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Harpa

Arpa, Harp, Harpe, Harfe...

 

A Harpa é um dos mais antigos instrumentos musicais conhecidos, utilizado no mundo todo para a cura e divertimento!

 

 A história da harpa, pode ser rastreada até 5.000 anos atrás. Pode-se dizer que quase todo grupo humano teve, em algum momento, um instrumento musical que se assemelhasse às harpas. Elas foram importantes no Antigo Egito, na Europa durante a Idade Média, na África e Sul da Ásia e continuam muito importantes na América Latina hoje. Vários tipos de harpa foram desenvolvidos ao longo da história e a versão sinfônica deste instrumento utilizada atualmente foi alcançada no início do século XIX. A harpa tornou-se então capaz de tocar em todos os tons existentes e ganhou estatura como instrumento solista e de orquestra no campo da música de concerto. O século XX viu muitas melhorias na estrutura da harpa de pedais. Também viu o surgimento de harpas elétricas e midi, que trouxeram novas sonoridades e possibilidades de execução. (RENSCH, 2008; SILVA, 2001).
 

A harpa, como qualquer outro instrumento harmônico, pode ser utilizada para executar uma melodia acompanhada, para realizar somente a melodia ou o acompanhamento, para executar um trecho polifônico a duas ou mais vozes, para realizar efeitos sonoros diversos, dentre outras possibilidades sonoras (RENIÉ. 1966)

 

 

 

 

 

 

O harpista de pedra

 

Em uma floresta distante havia uma gruta, onde morava um harpista encantado. Seu nome era Sonas (significa alegria, em gaélico), pois ele alegrava os seres que ali viviam com sua música feita por sua harpa de cristal. Sonas era filho de Nix (Deusa grega da noite) e Angus Mac Og (Deus celta da música) e por esse motivo, seria petrificado com a luz do dia. Sendo assim, todas as manhãs ele se escondia em sua gruta coberta de hera e fechada por uma cortina de flores e folhas.

 Certa vez, no crepúsculo onde o entardecer se enfeitava com estrelas, ele pode ver Órga (dourado em gaélico) uma ninfa do sol que logo desaparecera com a luz, e se apaixonou. Desde então, Sonas se punha a tocar sua harpa todos os dias naquele mesmo horário na esperança de então encontrar novamente sua amada. Até que um dia, ele não conseguiu parar de tocar e o sol nasceu. Foi com um beijo de Órga que  Sonas, assim como sua música e seu sorriso, se petrificou.
Dizem que as pedras da gruta de Sonas abençoa os amantes e tocam as mais belas melodias a cada nascer do sol.

 

Julia Quissak

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